Estar na Pele da Jenny: Página 02
Na minha primeira página aqui do "Estar na Pele" eu compartilhei sobre os "Serás" que ocupam a minha mente. De lá pra cá alguns fatos novos aconteceram. Senti que estava saindo dos trilhos.
Felicidade no Trabalho ou Felicidade do Trabalhador?
Nunca na história das organizações, vimos o movimento tão crescente por oferecer a possibilidade de experienciar níveis de bem-estar e felicidade no trabalho. Mas como implementar Felicidade no Trabalho?
Estar na Pele da Marcela: Página 08
Durante a minha ausência, muitas coisas aconteceram e hoje estou aqui para compartilhar uma experiência transformadora com vocês. Quero trazer à tona a metáfora da borboleta, símbolo de metamorfose e superação, para ilustrar o meu caminho.
Ser boazinha dói e pode afetar a sua saúde mental.
Você se considera uma pessoa que gosta de agradar a todos? Ou, conhece alguém que tem essa característica e está sempre disponível, mesmo que para isso deixe de lado as suas prioridades? Se isso acontece com você ou com alguém que conhece, tudo indica que vocês estejam sofrendo com a “Síndrome da Boazinha”.
Estar na Pele da Adriana: Página 16
Gosto de pensar que nossas vidas são como rios.
Navegamos com a força da água que nos impulsiona a prosseguir sempre adiante.
Não há retorno. O ontem já ficou para trás.
Há somente uma direção.
Relacionamentos afetivos
Quando falamos sobre um relacionamento, estamos dizendo que uma pessoa, com sua história, carregada de tudo o que lhe foi ensinado pela sociedade, pela família, por suas experiências individuais, se reunirá a outra pessoa, tão diversa de suas características quanto possamos imaginar.
Você sabe a diferença entre ouvir e escutar? – Não responda!
Para saber a diferença entre ouvir e escutar imagine-se em uma conversa em que seu pensamento se distrai e de repente você está divagando sobre outras coisas. Nesse momento, é possível que você ainda ouça a pessoa que fala, no entanto, já não escuta o que ela diz. Há uma quebra de conexão, entende?
Estar na Pele da Adriana: Página 15
As compulsões sempre se apresentam nos momentos oportunos. Como um animal que rodeia a presa antes de atacar. Ao final do dia, quando o cansaço se acumulava, sentava no sofá e com o click da TV…Bum!!! O gatilho era disparado.
Conflito: mudando a rota do confronto para a conexão
Qual é a sua ideia de conflito? Você se sente confortável ou desconfortável quando vivencia um conflito?
Estar na Pele da Mariana: Página 03
Alô, alô! Como está por aí? Hoje faço uma pausa nas minhas lamúrias mundanas desta página e dou um “oi” especial à minha querida e orgulhosa comunidade LGBTQIAPN+, propondo uma conversa aberta àqueles não identificados com a comunidade.
Encontrar o outro sem descuidar das nossas fronteiras
Atualmente muito se fala sobre empatia, escuta empática e para que possamos alcançar seu melhor objetivo é importante termos clareza do que esse “ser empático” significa para que não se torne um caminho de desconexão de nós mesmas, um descuido ou, eventualmente, uma nova forma de opressão.
Ecos do Estar: Algo mais do que choques e fricções por Bruli Maria
Chegou uma notificação no celular de Laura! Ela tinha dado match com Lucas.
Desbloqueou o telefone e foi relembrar quem era ele: “ai, o moço bonito dos sonhos, praticamente um príncipe da Disney.”
Qual a importância de se assumir LGBTQIAPN+ no ambiente de trabalho?
A resposta que logo me veio à mente foi: a importância de se assumir será determinada pela relevância que uma pessoa dá para sua subjetividade, sua inteireza, para a vivência de integração interna. Simples assim? Não. Sabemos que não.
Estar na pele da Andrea: Página 09
O ser humano precisa de outro ser humano para viver e para fazer parte de um grupo, pois sempre queremos pertencer a algum lugar ou ser apreciados por alguém. Fazemos o possível para nos encaixar e não sermos diferentes daqueles que estão ao nosso redor.
Não poder ser você mesmo é um dos principais responsáveis pela deterioração da nossa saúde mental. É pensar de um jeito e agir de outro.
Estar na Pele do Reinaldo: Página 03
Na década de 50, um rapaz afeminado era chamado de “Fifi”. Na rua onde eu morava tinha um. Com certeza, toda rua de São Paulo tinha um ou mais. Toda vez que esse rapaz descia a rua para ir pegar o ônibus, ele era motivo de gozações por parte da garotada da rua, meninos e meninas, e eu era um deles. Era algo que acontecia em cadeia. Era só o primeiro falar alguma coisa que o resto da turma se inflamava.
Saúde da mente LGBTQIAPN+
Ao longo destes anos como psicanalista eu acolhi em meu consultório este público, que chega em busca de ajuda para ser aceito por familiares, amigos e sociedade da maneira que são, em sua essência e identificação.
Estar na Pele da Josi: Página 02
Fui criada em um ambiente extremamente preconceituoso, logo se descobrir bissexual e demi não foi uma tarefa fácil. Eu já me cobrava demais para estar dentro dos padrões que minha mãe achava bonito, já me esforçava para ser magra e boa aluna, no entanto, no fundo sempre fui estranha demais e mal se aproximavam de mim.
Estar na Pele do Flávio: Página 07
Quando se age com respeito, todo mundo é respeitado, não importa quem seja. Quando se age com educação, todo mundo é bem tratado, não importa quem seja.
Estar na Pele do Carlos: Página 11
A minha geração já sofreu inúmeros danos desta visão ultrapassada, e a geração antes de nós sofreu o estigma da AIDS e a dizimação por esta doença que não mata mais, hoje está controlada, ao menos no nosso país. No entanto, nós nunca nos sentimos legitimamente seguros. Sinta como é estar na pele do Carlos
Sobre Gente e Diversidade
Algumas perguntas que me vem à cabeça quando penso em diversidade:
O que é o diferente?
O que é o diverso?
Por quê o diferente choca?
Será que o diferente choca porque fere expectativas?